quarta-feira, 26 de março de 2008

O plano de autonomia, uma "abordagem inovadora que deve ser apoiada"


O pojeto suscita o interesse dos responsáveis, de diplomatas e dos congressistas ou parlamentos americanos que qualificaram-o de "abordagem inovadora que deve ser apoiada" e que esta sendo qualificado ainda de "maravilhosa contribuição" para o regulamento do dossiê do Sara.

Este interesse foi exprimido pelos responsáveis americanos, dos quais o Secretário de Estado, a Sra. Condoleezza Rice, e o Sr. Steve Hadley, conselheiro do Presidente George Bush para a Segurança nacional, aquando dos diferentes encontros que tiveram com os responsáveis marroquinos que têm visitado a capital americana durante este fim de ano.

O departamento de Estado tinha declarado que Washington incentivava a proposta do Marrocos de atribuir a autonomia aos habitantes do Sara, enquanto que o ministro dos Negócios estrangeiros e da cooperação, o Sr. Mohamed Benaissa, tivesse indicado na sequência de entrevistas que tivesse tido em Washington em Maio passado com a Sra. Rice que "os Estados Unidos interessam-se ao projecto de autonomia alargada" nas províncias do Sul.

O mesmo interesse foi exprimido aos membros da delegação ministerial que tinha sido despachada por SM o Rei a Washington em Outubro passado e que se tivesse mantido com a Sra. Rice, na presença dos Srs. Steve Hadley e David Welch, Secretário de Estado associado para o Oriente Médio.

Os responsáveis da administração americana e os membros do Congresso, igualmente os republicanos que os democratas, também tinham-se mostrado "receptivos" e "compreensivos" ao projecto de autonomia, aquando dos encontros que uma delegação do Conselho Real Consultivo responsável pelos Negócios Sarianos (CORCAS), tivesse tido durante uma visita de vários dias efectuada aos Estados Unidos no Outono passado.

O presidente do Corcas, o Sr. Khalihenna Ould Rachid então tinha-se congratulado com os resultados "muito positivos" dos contactos e entrevistas que a delegação teve com os responsáveis, os congressmen, e outros fabricantes de opinião à Washington.

Fontes: